What a mess!!!

Esta seria uma representação gráfica extremamente fiel do meu cérebro no seu estado actual. Uma confusão de ligações neurológicas com um fluxo de ideias inacreditável, memórias que circulam livremente sem qualquer restrição; memórias boas que me acalmam, dessincronizadas com memórias más que me atormentam.

Ao tentar recuperar alguma coerência nos meus pensamentos, alguma lógica, deparo-me com uma tarefa quase Hercúlea. Não, estou a exagerar, estou talvez a ser um lírico. A tarefa não é assim tão difícil, é complicada, trabalhosa, mas não difícil (digo eu). Estranhamente não estou assim tão deprimido; sei que deveria estar, mas não estou e não faço a mínima ideia porquê; essa resposta circula livremente pelos confins da minha mente, mas não se apresenta ao meu consciente. Está misturada com uma miríade de pensamentos.

Enquanto escrevo isto, o meu sub-consciente começa a analisar a minha escrita; nos quase dois anos que passaram desde que comecei a escrever regularmente, descubro que a minha escrita evoluiu tremendamente, não sei se para melhor ou para pior. sinto que estou mais introspectivo, mais filósofo. Sinto que tenho mais facilidade em expôr as minhas ideias, em apresentar os meus argumentos (quando os tenho). Mas uma coisa permanece imutável: A rapidez com que mudo de assunto no meio de um texto, o que é uma das minhas caraterísticas preferidas.
Por agora silencio-me, já escrevi aquilo que o meu sub-consciente queria. Talvez logo à tarde escreva mais, ou talvez à noite, quem sabe.

Até logo.

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