Londres.

Normalmente não costumo escrever textos que não se refiram a mim próprio, mas desta vez abro uma excepção. Faço-o porque este texto refere-se a uma situação de actualidade que, de certa forma me afectou; não me afectou pessoalmente por conhecer alguém que lá esteja, simplesmente me sinto afectado porque começa a ser demasiado.

Há jogos de poder espalhados pelo mundo inteiro, todos eles baseados em interesses pessoais de certas e determinadas personagens. Temos no caso Norte Americano um presidente que nada mais é do que uma marioneta idiota, comandada pelos verdadeiros homens de poder do senado. Temos no caso Inglês um Governo que continua obcecado com as antigas glórias do Império Britânico, não dando qualquer liberdade ou independência à Irlanda. Temos ainda no caso da própria Irlanda uma luta constante e estúpida entre as duas facções religiosas, que provoca mortes, caos, violência, entre muitas outras coisas.

Considero todos os atentados terroristas que têm acontecido como uma prova de que o ser humano não está nem de perto nem de longe preparado para comandar o planeta. Existem guerras com objectivos económicos, atentados terroristas baseados em ideais completamente surrealistas, sendo os mesmos uma pura fachada para interesses económicos.

Será que esta gente não percebe que não há países? Não há nações? Não há fronteiras? O planeta é só um e temos que o dividir entre todos, caso contrário a própria raça humana enfrenta graves riscos de extinção. É triste ver tudo quanto é poderosos a tentarem foder-se uns aos outros, dão-me raiva todos estes jogos de poder. Talvez por isso eu não goste de política, cambada de estúpidos, cromos de merda.

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