No words!

Estou sem palavras para descrever tudo aquilo que sinto. Apesar de ter uma extrema facilidade em exprimir sentimentos através da escrita e da fala, a linguagem, seja ela escrita, falada ou gestual é demasiado limitativa para descrever sentimentos desta magnitude. Talvez a utilização destas três formas de linguagem em conjunto consiga descrever de uma forma muito aproximada todo o calmo turbilhão de emoções que vivem dentro de mim. Sou uma espécie de mutante, alguém que está a crescer, a evoluír. Estou a aprender a libertar tensões, emoções, sentimentos anteriormente contidos e controlados.

Talvez devido a esta mudança não consiga encontrar a maneira de me exprimir que seja esperada. É uma possibilidade, mas não creio que assim seja.

Há tempos assumi um compromisso comigo próprio; um compromisso de mudança. Comprometi-me a aprender a libertar tudo o que vai dentro de mim, coisa que tenho estado a fazer cada vez mais; é um processo, talvez lento, mas contínuo. Mas o compromisso é para muitas coisas mais. Coisas minhas, privadas e que só dizem respeito a quem eu quero.

Talvez se eu tivesse começado a mudar antes haveria já certas respostas ou reacções esperadas que surgiriam na altura certa. Mas, apesar de não ser isso que tenha acontecido, não creio que as reacções ou respostas tenham vindo com “bad timing”, simplesmente acompanharam a minha mudança e saíram ao seu devido tempo.

1, 2, 3… Go! (15:30)

Estou a sentir-me com tonturas e sei exactamente qual é a causa, os aparelhos de ar condicionado daqui estão novamente “no mato”, avariados. Já deu para perceber que aqui pouco se importam com as condições ambientais do local de trabalho. O facto de estar assim com estas tonturas não me perturba em nada o meu raciocínio, muito menos a rapidez de escrita.
Das dores de cabeça que tive durante o fim de semana, ontem sobrava-me apenas uma sensação semelhante a ter um post-it amarelo no sítio onde doía, para me lembrar que era uma zona da minha cabeça onde já existiu uma dor de cabeça. Não gosto nem me refiro às dores de cabeça como sendo minhas, porque não o eram. Elas apareceram em mim, mas não eram minhas. Posso não estar a fazer grande sentido para muita gente, mas sei que o faço completamente para quem me interessa. É tudo uma questão de neurolinguística. Actualmente já nem sequer tenho o post-it amarelo, tenho apenas uma fita de seda, azul-bébé a pairar suavemente sobre a zona onde senti as dores durante o fim de semana.
Já agora, surgiu-me mais uma dúvida. Escreve-se “fim de semana” ou “fim-de-semana”? É que eu já o li das duas formas.
Adiante, estava eu a falar em neurolinguística. Eu acredito que todas as doenças que nos são diagnosticadas, não são nossas, são-nos transmitidas por algo ou alguém. Fazem parte de alguma energia que nos é enviada para nos atingir, ou então têm alguma causa mais profunda do que uns simples micróbios. Ora vejamos:
Eu nunca ou quase nunca me constipei em toda a minha vida, no entanto, este fim de semana apareceram-me sintomas de uma constipação; suor, dores de cabeça e nariz entupido. A única razão lógica que eu encontro para isto foi estar a precisar de deitar alguma coisa cá para fora. E isto faz todo o sentido quando colocado nestes termos. Eu disse acima que estou em fase de mudança, estou a aprender a não controlar as minhas emoções, no entanto ainda não sei bem como é que o vou fazer. Resultado? Inconscientemente permiti o desenvolvimento dos sintomas de constipação, e consequente libertação de toxinas. Essas toxinas ao serem libertadas são uma forma de largar emoções cá para fora, afinal de contas o meu estado de espírito alterou-se.
Portanto, acho que as doenças são psicossomáticas e tal como permitimos que invadam o nosso corpo físico, também temos a capacidade de as curar ou expulsar. A dificuldade está em saber isto, nem sequer falo em acreditar, porque isto não tem nada a ver com crenças ou religiões. É tudo uma questão de consciência, lucidez. Nem todos conseguimos ter a lucidez para nos curarmos a nós próprios. Claro está que não vamos deixar completamente de parte a medicina convencional. Esta não serve nem nunca serviu para curar uma doença. Se repararmos bem, nunca a medicina conseguiu curar uma doença, o máximo que conseguimos fazer através da medicina convencional é encontrar instrumentos que ajudem o nosso corpo a curar-se a si próprio. Afinal, o que são os antibióticos? São apenas isso, instrumentos que ajudam o nosso corpo a defender-se a si próprio.
Finito. (15:41)

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