Ora cá vou eu.

Tenho menos de dez minutos para escrever isto, portanto vou tentar ser breve. (o tanas, isto vai mesmo dar uma dissertação “daquelas”).

Já fiz esta pergunta há algum tempo atrás, mas volto a fazê-la. Porquê? Simplesmente porque me apetece; deu-me na telha escrever isto após um dia de trabalho muito intenso.
Porque raio é que tens um blog?

Vejo que cada vez há mais blogs Portugueses por aí, uma grande parte deles, são criados, escrevem meia-dúzia de pataquadas e nunca mais os actualizam. Já sei, é porque ter um blog está na moda e como boas ovelhinhas que somos, queremos pertencer ao rebanho, logo, toca de criar um blog. Irrita-me esta coisa das modas.
Há também quem comece por escrever um blog e durante os primeiros tempos até o actualiza, vai largando as suas “bostas” mentais ou talvez “pérolas” literárias, mas passado algum tempo fartam-se e nunca mais escrevem. É claro que depois disto dizem-me assim: “Opá, não tens nada a ver com o que eu faço no meu blog!”. Pois não, claro que não tenho nada a ver com isso, mas tenho todo o direito a ter a minha opinião sobre o assunto. E digo-vos sinceramente, ver a quantidade de blogs que há por aí, cujo conteúdo é de um carácter quase ilegível ou que nunca são actualizados, leva-me a concluír que há muito mais ovelhas do que eu pensava neste país. É como a moda dos palavrões, também pegou e há quem ganhe muito dinheiro com isso, parabéns, são os meus heróis (é claro que primeiro está a Abelha Maia).
Eu nem sequer falo muito dos conteúdos gerais dos blogs que encontro por aí, porque isso aí já é uma questão de gosto pessoal, mas pronto, “gostos não se discutem, criticam-se e lamentam-se”. Há pessoas que chegam a ter quatro blogs, para os quais não escrevem ponta de um corno, limitam-se a deixar uma posta ocasional, e não é de pescada, é de bacalhau e muito rançoso. Por vezes no meio dessas postas encontram-se algumas coisas de jeito o que demonstra que a pessoa em questão até tem algum jeito para a coisa, só é pena que não o desenvolva.
Atenção, deixo já aqui um aviso: Não interpretem este texto como uma afirmação de “eu é que sou bom”, longe disso, estou apenas a falar dos outros, daquilo que vejo e leio. Não estou de forma alguma a compará-los comigo ou até mesmo a falar de mim.
Hoje deu-me para cascar na malta do rebanho, talvez se possa aplicar aqui aquela expressão: “bater no ceguinho”.
Será que algum dia estas pessoas vão aprender a ser iguais a si próprias em vez de serem iguais àquilo que a sociedade diz que é correcto?!?!?! Lembrem-se disto apenas:

Cada ser humano é único. Aquilo que é correcto para um pode não ser para o próximo. Sejam únicos, deixem de seguir modas impostas pelos outros, segui-las é um sinal de fraqueza pura.

Ufff.

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