Textos da treta.

Só escrevo textos da treta. Umas vezes longos, outras vezes curtos. Digo que são textos da treta porque estou a olhar para eles do ponto de vista do rebanho [é verdade, de vez em quanto também temos que ver as coisas por outros ângulos]. São textos que não estão na moda, não são deprimentes, não contemplam o uso de calão asneirento [mais conhecido por “caralhadas”], não são textos pseudo-intelectuais, não são agressivos, não ataco ninguém, não são polémicos.

Agora, vendo as coisas pelo meu ponto de vista o caso muda de figura. Os meus textos são inteligentes, por vezes são assertivos, podem ser críticos [de uma forma construtiva]. São textos sobre os meus sentimentos, as minhas emoções, os meus raciocínios, a minha lógica, o meu dia-a-dia. Não são textos para obter fama ou dinheiro [de modo algum], não os escrevo para serem lidos por milhões de pessoas. Escrevo sobre o que escrevo porque gosto de escrever, gosto de transpor aquilo que se passa na minha mente para o meu blog. Sinto-me bem quando escrevo, é uma terapia para mim. Sinto-me bem quando certas e determinadas pessoas gostam do que escrevo, e quando não gostam dizem-mo pessoalmente, numa crítica construtiva, sem enxovalhar, sem destruir.

Está aqui uma análise sobre o que eu escrevo. Descrevi a minha escrita, vista por dois pontos de vista diferentes. Haverá certamente muitas mais opiniões, será que há mais pessoas que queiram sair do rebanho e ter uma opinião diferente destas duas que aqui apresentei?

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