Aos poucos.

Já não vinha aqui há imenso tempo, já estava quase esquecido deste blog; quase e apenas quase. A escrita tornou-se uma parte intrínseca da minha natureza, é algo que me corre nas veias, percorre caminhos no meu corpo.
Hoje senti vontade de escrever novamente, e quem me deu essa vontade foi uma menina que já não é menina.

Hoje, agora, neste preciso momento houve algo que fez “click” em mim, algo que eu já sentia antes, mas que até agora pouco ou nada tinha feito em relação a isso. Ou pelo menos pouco ou nada mostrei desse sentimento. Sinto-me um companheiro, para todos os momentos e sinto-me um pai. Sou, claro, um pai adoptivo, mas isso em nada diminui os sentimentos paternos que sinto. Sinto que a posso proteger de tudo e todos, sinto que o quero muito. Quero lá estar nos momentos de alegria e partilhá-la contigo, quero lá estar nos momentos de tristeza e oferecer-te conforto.

Tudo isto são coisas que nunca tinha sentido antes, nunca com esta intensidade. Sempre tive um instinto paterno muito forte e desenvolvido, mas nunca antes o apliquei como quero fazê-lo com ela.

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