Brrrrrrrrllllrbbbbbrrrrrrrr

Estou aqui a cair de sono. Já percebi que o problema não é dormir muito ou dormir pouco. O que me deixa assim cheio de sono é mesmo a hora a que acordo. De acordo com o meu relógio biológico, a minha hora ideal para acordar varia entre as oito e as dez da manhã. Sim, é claro que por vezes até posso ficar a dormir até mais tarde, no entanto aquele periodo de duas horas é o meu periodo para acordar naturalmente, sem despertador.
Eu posso deitar-me às dez da noite e acordar no dia a seguir às seis da manhã, dormi a módica quantia de oito horas, mas o facto de acordar às seis dá-me a volta ao sistema. Noutras ocasiões, por exemplo uma sexta-feira, deito-me se for preciso às duas da manhã, acordo no sábado às oito sem qualquer problema.
Ainda pensei que pudesse ser derivado de uma interrupção do meu ciclo de sono, mas não é esse o caso, pois os ciclos de sono duram duas horas e em ambos os casos a quantidade de horas dormidas é par. Quer dizer… pelo menos eu ouvi dizer que os ciclos de sono duram duaas horas.

É muito curioso que estou aqui a morrer de sono, tipo, se me esticasse agora, adormecia, mas ao mesmo tempo sinto-me desperto. Desperto o suficiente para estar a escrever isto e a trabalhar ao mesmo tempo. Sim, enquanto está a decorrer aqui um teste que demora cerca de um minuto e meio, estou a escrever. Depois quando o teste acaba, analiso os resultados e tomo as devidas acções. Depois enquanto espero que a aplicação responda, escrevo mais um pouquito. E assim por diante.

Estava agora a lembrar-me de um texto que eu escrevi todo ele sem qualquer pontuação e o mais engraçado desse texto é que demorei mais tempo a escrevê-lo do que se estivesse a utilizar a pontuação é que pontuar um texto enquanto o escrevo é totalmente instintivo e como tal os meus dedos vão direitinhos aos pontos e àss vírgulas sem ser necessário pensar que aqui fica um ponto ou ali fica uma vírgula etc
Resultado passei quase mais tempo a apagar pontuação do que a escrever o texto.

Opá, está a formar-se aqui uma ligeira dor de cabeça. Não é nada que se pareça com uma enxaqueca ou uma daquelas dores que a malta por vezes tem que nem se aguenta nas canetas. É uma “moínha” que anda por aqui na minha têmpora direita, parece que alguém está a pressionar um dedo com força. Olha, está a passar… que giro.. passou mesmo… Será que ao estar a escrever sobre isso, a energia que estava a provocar-me a dor de cabeça foi transferida para o computador? Se calhar sofreu uma espécie de transmutação. Afinal de contas as letras só aparecem no ecrâ através de energia, o computador só funciona com energia. Vai na volta a energia que estava a fazer pressão no meu lado direito da cabeça, desceu até aos meus dedos e daí passou para o teclado que por sua vez a conduziu até ao computador, terminando nas letras que aqui aparecem e que alguém está a ler.
Muito curiosas estas coisas.

Eu que sou um céptico, dou por mim a acreditar em coisas que não consigo ver, que não consigo tocar. É um facto que isto não é palpável, assim tipo chouriço, mas é algo que se sente. Eu pelo menos sinto. Há experiências pelas quais tenho passado, as quais não consigo explicar racionalmente ou pelo menos não consigo demonstrá-las, no entanto são experiências em que aconteceram coisas comigo, coisas que eu senti.
É muito giro este mundo das energias.

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