“Eis o Homem”


“Karl Glogauer é um homem dos nossos tempos. Quando o destino lhe oferece a possibilidade de viajar no tempo, ele não tem dúvidas quanto ao lugar e à época que quer visitar: a Terra Santa no tempo de Jesus.
Mas o que poderia ser uma viagem turística à morte do Messias e ao nascimento da maior religião do mundo revela-se uma desilusão: Maria é a libertina da aldeia, José um velho amargo e Jesus Cristo apenas um deficiente mental.
Devotado ao ideal de um Jesus real e histórico, Karl acredita que tem de fazer alguma coisa. Reunindo seguidores, repetindo parábolas que consegue recordar e usanto truques psicológicos para simular milagres, Kar toma o lugar do Messias. Mas fará sentido um Messias que, no final, não morra na cruz?”

Com maestria, Moorcock explora várias questões filosóficas: é importante Jesus ter realmente existido? Será que algo tem de acontecer historicamente para que o mito à sua volta tenha significado? Em suma, o que é mais importante, a fé ou a História?

O livro é pequeno, é uma história curta e simples. É um bom livro, levanta algumas questões muito interessantes.

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