Anything goes…

Há dois “póstes” atrás cheguei ao post número 500; não que isso importe, aliás, só reparei nisso porque vi o número de posts na página de entrada do blogger.
Já há algum tempo que ando com vontade de escrever; não, não é bem isso. Já há algum tempo que ando com vontade de “bater” em alguém. E quando me refiro a “bater” estou a referir-me a “dar porrada através da escrita”.
Diariamente encontro situações ou acontecimentos com os quais não concordo ou que de alguma forma me “incomodam”. Poderia facilmente escrever uma posta de pescada a criticar ou a mal-dizer; mas não cheguei a vias de facto; acho que a necessidade não era assim tão grande. De qualquer forma, a escolha de “vítimas” era bem grande.
Mas não, não vou bater em ninguém, vou apenas escrever aquilo que passar de um neurónio para o outro (estou a contar com todos os meus dois neurónios e meio).

Neste momento não se passa grande coisa, acho que os meus dedos entraram em funcionamento automático e os neurónios em auto-gestão. Não faço a mínima ideia sobre o que estou a escrever, mas na verdade também não é suposto eu fazer ideia. Até porque nós não fazemos ideias, ou as temos ou não as temos.
Escrevo, escrevo e mais escrevo. Entrei naqueles momentos agradáveis de deitar a coisada toda cá para fora; simplesmente porque sim.

Eu sei que não devo explicações a ninguém sobre os porquês do que eu faço (excepto quando o que faço envolve outras pessoas, e mesmo aí só acho que devo explicar às pessoas que estão envovlidas nas coisas que faço e que necessitam de explicação).

Ena que coisa.

Realmente é bom deixar cair as coisas assim, quinhentos mil milhões de pensamentos a passear pela minha mente, e sem serem necessariamente coerentes (at least not to everybody else but me); todos a fluír normalmente, sem qualquer tipo de resistência ou pausa para ponderar. Sai tudo assim ao molho.

Aos poucos o texto fica mais denso, ou não… No entanto… Isto é giro. 🙂 Até tem direito a smileys e tudo.

Devia estar neste momento a preparar uma apresentação para sexta-feira, mas estou sem vontade, sem criatividade para isso. Se calhar amanhã trato disso. Daqui até ir embora ainda falta algum tempo, por isso, talvez ainda faça alguma coisa hoje. Entretanto vou-me entreter com outras coisas que têm que estar prontas na segunda-feira.

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